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1 Propulsão Electrokinetic ou Eletrogravitic em Qua Fev 16, 2011 10:18 am

David Bartowski

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Enviada: Qui Abr 28, 2005 9:59 pm Assunto: Propulsão Electrokinetic ou Eletrogravitic
Em 1928 nos EUA Thomas Townsend Brown descobriu um importante efeito eletromagnético que possibilita dotar um veículo de uma propulsão baseada em campos de força elétricos não sendo necessário a queima de combustível.

O sistema funciona basicamente da seguinte forma: Imagine que o veículo tenha a aparência de um guarda-chuva aberto e de pé, na posição que normalmente usamos, sendo a parte de cima em meia-lua feita de um metal condutor de eletricidade, a haste de um material dielétrico e o cabo uma pequena esfera com cerca de 1 décimo do diâmetro da parte de cima, feita de um material também condutor de eletricidade. Ao se ligar o aparato em alta voltagem, sendo o positivo no eletrodo superior e o negativo na esfera inferior, o aparato se carregará eletrostaticamente e devido às leis da eletrostática, que diz que a densidade das cargas é inversamente proporcional ao raio da esfera, a esfera menor, situada na base do aparato, terá uma carga muito mais densa que o meia-esfera situada no topo, criando um fluxo de elétrons que produzirá um efeito de propulsão denominada pelo seu inventor de "electrokinetic" ou "electrogravitic". O efeito funciona em qualquer meio dielétrico, ocorrendo no ar quando na atmosfera e na fuselagem quando no vácuo, habilitando o artefato para uso em qualquer tipo de vôo, aéreo ou espacial.

Um modelo em funcionamento pode ser visto na página:

http://www.youtube.com/watch?v=KLXkwxhScj8&feature=related

http://jnaudin.free.fr/html/advprop.htm

http://www.youtube.com/watch?v=uJ1dKp8QopU

http://www.youtube.com/watch?v=2rYOjPHNIUo

Veja também:

http://www.infinite-energy.com/iemagazine/issue45/thelifterphen.html

A importância de uma descoberta como esta é animadora para o desenvolvimento da tecnologia de viagens espaciais. Contudo fica uma pergunta. Se o fenômeno foi descoberto em 1928 e na década de 1950 o inventor fez várias apresentações da tecnologia para o governo americano, além de ter gastado muito dinheiro desenvolvendo-o, porque até hoje não existe um aparato funcionando nestes moldes?

Eu pessoalmente acredito que o problema para se mover um grande objeto com esta tecnologia está na fonte de energia, no tipo de material necessário para reter grandes quantidades de energia elétrica estática e na sua forma de construção entre outros detalhes técnicos.

Os pequenos modelos desenvolvidos em laboratórios usam voltagens da ordem de 30.000 a 100.000 volts para fazê-lo minimamente mover-se e o artefato não carrega a fonte de energia nem a bobina de alta voltagem consigo, sendo ligado por fios, limitando-se o seu campo de ação. Imaginem a quantidade de energia que seria necessária para fazer um disco de 10 a 20 metros de diâmetro alçar vôo carregando consigo todo o equipamento gerador de energia, o combustível e a bobina de alta tensão, feita em cobre e ferro, extremamente pesada? E para sair de órbita então? Sabendo-se que a velocidade de escape é da ordem de 40.000 km/h uma nave com esta tecnologia teria de gerar um campo de milhares de megawatts de potência, provavelmente chegando a ficar luminescente e extremamente quente durante o salto para o espaço, como é observado nos ovnis.

Obviamente não sabemos se os discos voadores usam este tipo de propulsão, mas há alguns fatores característicos da propulsão nos levam seriamente a pensar que sim, como a necessidade do objeto ser redondo, o que é quase que regra no caso dos ovnis, e a existência de efeitos eletromagnéticos, o que é relatado na totalidade dos casos, o que faz supor que o objeto ou está carregado de eletricidade ou faz uso de cargas eletrostática para seu funcionamento.

Certamente nos ovnis o sistema não trabalha sozinho e deve estar associado a um mecanismo de controle da gravidade, pois não seria possível que seus ocupantes suportassem acelerações de zero a milhares de quilômetros por hora em fração de segundos e manobras instantâneas além de inversões de rumo também a altas velocidades. Talvez, uma carga da ordem de milhares de megawatts possa não só criar a propulsão, mas também interferir na gravidade, visto que os testes realizados até hoje foram em modelos pequenos e dotados de uma tensão relativamente baixa se comparada a que seria necessária para mover uma espaçonave em tamanho real, o que não permitiria uma avaliação mais adequada quanto à gravidade.

A luminosidade dos discos voadores, foi estimada na França no final de setembro de 1965, quando a tripulação de 2 submarinos franceses ancorados em Fort-de-France na ilha Martinica, viram um objeto que sobrevoou o local e deu 2 loops no horário de 21:15. A energia luminosa despendida pelo objeto foi calculada como sendo da ordem de 2,3 megawatts. (Fonte: Livro Confrontos de Jacques Vallée, Editora Best Seller, páginas 39 a 42).

Acredito que o efeito luminoso destes objetos não seja propriamente o seu sistema de propulsão, mas sim o efeito colateral do sistema, assim como é o rastro do avião a jato e a fumaça de um caminhão. Sendo assim, o efeito luminoso foi a energia não aproveitada que escapuliu do sistema e somente esta energia foi da ordem de 2,3 MW. Quanto não será a potência da corrente elétrica usada para alimentar tal nave em vôo? Além do mais, tem ainda o efeito eletromagnético que essas naves causam, como interrupção do funcionamento de motores e equipamentos elétricos e interferência nas redes de energia, portanto, a energia desperdiçada pelos ovnis pode ser muito mais que esses cálculos baseados apenas na luminosidade, podendo atingir algo em torno de 10 MW.

Haverá aqueles que acham que os ovnis por serem máquinas altamente avançadas, não desperdiçam energia, mas isto não é verdade, pois os relatos dão conta de que ocorrem estes efeitos eletromagnéticos que inclusive podem machucar seres vivos se ficarem muito próximos ao objeto, o que poderia explicar alguns casos de ferimentos e até mortes no Pará, no caso dos Chupas. Além do mais, quando o objeto pousa, o local do pouso deixa a vegetação queimada e a areia vitrificada, o que demonstra que o objeto é quente o bastante para fundir a areia. Isso também é desperdício de energia.

Se levarmos tudo isso em consideração partindo ainda do pressuposto que por serem altamente avançados, tenham conseguido reduzir as perdas ao mínimo, e imaginando-se que a perda seja da ordem 1 por cento, então estamos falando de uma nave que é alimentada por nada menos do que 230 MW a 1000 MW de energia, ou seja, energia suficiente para abastecer uma pequena cidade. Há que se considerar ainda que o fluxo de energia deve aumentar consideravelmente nas partidas e acelerações podendo facilmente atingir o dobro ou o triplo do que normalmente é necessário para manter a nave voando.

Em outras palavras seria necessário a energia mínima de 2 a 10 turbinas de jato de grande porte para alimentar tal nave, com um pequeno detalhe, as turbinas consomem enorme quantidade de ar e querosene para funcionarem e os discos não apresentam exaustão alguma de ar utilizado, portanto a fonte vem de algum material como urânio. Mas mesmo o urânio necessitaria de equipamentos enormes, que não seria possível acomodar dentro naves pequenas como estas. Portanto,acredito que não temos fonte de energia capaz alimentar uma máquina com esta tecnologia.

Outra questão a se considerar é o tipo de metal que seria necessário para construir uma espaçonave que fosse minimamente eficiente para receber em sua fuselagem tal carga de energia com mínima perda para a atmosfera. Segundo Bob Lazar em seu depoimento sobre o que viu na Área 51, a nave em que ele trabalhou era moldada em uma peça única, o que faz muito sentido, pois seria ineficiente um objeto construído com a soldagem de placas umas nas outras como é feito hoje para construir aeronaves, visto que as emendas constituiriam em resistência para a eletricidade que formará o campo de força que impulsionará a nave além de certamente interferir no sistema de direção. Neste aspecto, também não temos tecnologia para construir uma nave de 10 a 20 metros de diâmetro em peça única, sem imperfeições para o adequado fluxo da eletricidade. Há que se considerar ainda, que seria necessário desenvolver uma liga capaz de ser sobrecarregada de energia estática e manter-se com pouca dissipação para o meio reduzindo as perdas e evitando as descargas em forma de raios quando a eletricidade rompe o meio dielétrico como ocorre com as nuvens carregadas.

Porém, um problema que certamente ocuparia boa parte do orçamento para construir-se tal equipamento, seria o calor gerado pelo sistema que segundo relatos chegam a milhares de graus e muitas vezes o objeto é comparado ao sol. Obviamente um objeto tão quente por fora também transmitiria calor para os seus ocupantes, o que exigiria um sistema térmico e de resfriamento muito poderoso para manter a temperatura interna a amenos 25ºC. Novamente a questão dos materiais volta a ser um problema, pois não temos materiais capazes de suportar tamanha temperatura por longo tempo sem desintegrar-se.

Outra questão que certamente exigiria muita engenharia seria a porta de acesso ao objeto, visto que para funcionar perfeitamente como um capacitor, a fuselagem não pode ter emendas, soldas e nem aberturas. Será que os ets usam tecnologia de teletransporte? Isto sem dúvida resolveria a questão, pois uma das coisas que não fica muito claro é como é feito o acesso ao interior da nave.

Quanto à segurança dos ocupantes dentro de uma carcaça eletrificada, não creio que seja um problema, pois uma das primeiras experiências elétricas foi a gaiola de Faraday em que o próprio cientista entrou numa gaiola de ferro e mandou que seu assistente a carregasse com alta tensão provando que a energia fica na estrutura não afetando em nada os seres vivos no interior da gaiola. O disco voador nestes moldes, seria como uma gaiola de Faraday, retendo a energia em sua estrutura e mantendo os seus ocupantes protegidos de qualquer efeito eletromagnético.

Concluindo, o desenvolvimento de uma nave movida por campos de força depende ainda do desenvolvimento de fontes poderosas de energia e de materiais capazes de reterem grande quantidade de carga eletrostática e suportar muito calor além de um sistema de resfriamento eficiente e um controle de direção altamente eficaz para manobrar este tipo de aparato, pois a mínima alteração do campo em uma das partes faria o objeto mudar o rumo ou perder estabilidade. Em resumo, nossa tecnologia não atingiu ainda a evolução necessária para produzir tal máquina. Estamos naquele período em que há um conhecimento teórico, mas não há meios de aplicá-lo. O mesmo ocorreu com o avião, o computador e muitos outros inventos. A própria eletricidade já era conhecida desde os tempos da antiga Grécia, e teve seus principais desenvolvedores no século XVIII como Benjamin Franklin (1706 – 1790), Charles Augustin Coulomb (1736 – 1806), Alessandro Giuseppe Volta (1745 – 1827), Michael Faraday (1791 – 1867), Georg Simon Ohm (1789 – 1854) mas somente no final do século XIX, mais precisamente em 1880 quando Thomas Edison inventou a lâmpada e 1882 quando foi instalado o primeiro sistema de iluminação pública em Nova York é que começou a ser utilizada efetivamente. Outro aspecto relevante é que nós evoluímos muito na eletrodinâmica mas quase nada na eletrostática e o princípio que move um ufo pode estar justamente neste último.

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