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David Bartowski

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USS VogelgesangAcima, o USS Vogelgesang.


E até mesmo uma belonave da Marinha Americana, o destróier USS Vogelgesang, ficou totalmente paralisado naquelas águas por durante uma noite inteira, no ano de 1974, sem que tivessem encontrado quaisquer explicações técnicas ou lógicas. E, para o mais absoluto terror de toda a sua tripulação, alguma coisa invisível tentava puxá-lo, sacolejando e fazendo-o vibrar intensamente por durante toda a madrugada!


Aliás, alguns estranhos e aparentemente inocentes nevoeiros são uma constante naquelas paragens e por vezes, reunindo o útil ao desagradável, costumam tentar capturar também os barcos e navios. Uma própria unidade da Guarda Costeira Americana, o cutter Yamacraw em 8 de agosto de 1956 estava próximo ao Mar dos Sargaços quando seus tripulantes avistaram aquilo que parecia uma estranha massa de terra bem à frente do barco, fato também confirmado pelo radar de bordo. Não seria nada de mais se acaso ali não fosse uma região de mar aberto e sem qualquer sombra de terra por milhas e milhas de distância!


Como detalhe curioso, note-se que naquela madrugada o mar estava calmo e a visibilidade era excelente. Aproximando-se cautelosamente da tal “massa de terra”, o comandante do barco verificou tratar-se na verdade de uma grande barreira escura, tal como uma nuvem muito baixa que, partindo desde a superfície do mar se estendia por todo o horizonte, subindo muito alto na direção do céu!


Curiosamente, os potentes holofotes da embarcação não conseguiam sequer penetrá-la e os espantados tripulantes viram algo verdadeiramente incrível: a tal cortina nebulosa marrom-escura não estava tocando na água e sim principiava a cerca de alguns centímetros acima dela! Costeando a tal nuvem surrealista, subitamente as caldeiras paravam de funcionar quando o Yamacraw tentou forçar a passagem. Estranhos distúrbios físicos começaram a acometer os assustados tripulantes e foi lançado o pedido de SOS. O barco foi então manobrado às pressas para sair dali, o que conseguiu logo após – ocasião em que os motores e os instrumentos de navegação voltaram a funcionar. Quando o dia começava a amanhecer a tal nuvem foi discretamente embora e tudo voltou ao normal nas águas fatídicas do Triângulo das Bermudas.


Outros curiosos fenômenos, porém, se fazem ali presentes: as chamadas “águas brancas”, citadas pelo tenente Charles Taylor pouco antes de desaparecer com toda a sua esquadrilha, são uma realidade, inclusive já fotografada por aviadores e pelos próprios astronautas americanos! São enormes extensões do oceano que esporadicamente se tornam intensamente brancas e brilhantes, não se tratando de qualquer fenômeno atmosférico. A coisa vem, logicamente, de baixo. O que é, não se sabe!


Os nevoeiros esverdeados, ou mais apropriadamente intensos campos eletromagnéticos que tentam capturar os nossos navios e aviões, andam também fazendo das suas naquelas paragens. Alguns pilotos de aviões civis que conseguiram deles escapar, relatam que tiveram as suas aeronaves literalmente neles aprisionadas, ocasião em que todos os instrumentos de bordo enlouqueciam e se fazia impossível controlar a máquina. Um deles mencionou que tudo sumia dentro daquele verde infernal e a coisa parecia literalmente estar sugando o seu avião!


Aliás, e por falar nisso, os OVNI parecem ter naquelas regiões malditas o seu ponto favorito de atividades, ou interesses. Vários deles já foram flagrados mergulhando em altíssimas velocidades, da mesma forma que saem das profundezas abissais. Alguns quase se chocaram com navios e aviões! O Dr. Morris Jessup, que morreu pouco tempo depois vítima de um “suicídio” muito misterioso, foi um dos maiores pesquisadores de OVNI e era da opinião que na área do Triângulo das Bermudas eles seriam os responsáveis pelos desaparecimentos, uma vez que acreditava na formação de redemoinhos temporários magnéticos, potentes formas de ionização, capazes de causar a desintegração de tudo aquilo que estivesse por perto das suas trajetórias, ou eventuais manifestações.


O certo é que milhares de pessoas já desapareceram sem deixar quaisquer vestígios. Aparentemente, os navios e os aviões seriam circunstâncias acessórias de uma espécie de caçada que vem, desde tempos imemoriais, sendo promovida sabe-se lá por quem e porquê. Barcos à deriva com tudo intacto nos seus interiores já foram recolhidos pela Guarda Costeira e por muitos outros navios. Somente os tripulantes desapareceram, como num passe de mágica!


E até mesmo os brasileiros já engrossaram as sinistras estatísticas do Triângulo da Morte. Em 1976 o cargueiro panamenho Sylvia L. Ossa, que levava uma carga de minérios de ferro para a Filadélfia, informou pelo rádio que enfrentava problemas naquela região. A partir daí somente o silêncio. O navio e toda a sua tripulação, que incluía nove cidadãos brasileiros, sumiu para sempre!


A experiência vivida pelo capitão do rebocador Good News, Don Henry, em 1966, talvez possa elucidar como essas caçadas são feitas: seu navio rebocava de Porto Rico para Miami uma barca avariada. Subitamente os instrumentos de navegação enlouqueceram. A bússola girava ao contrário! Apesar do céu claro, aquela noite se transformou em uma estranha massa leitosa, onde não havia mais o mar nem o horizonte. Um desligamento foi sentido e a barca que era rebocada subitamente desapareceu, apesar de o cabo estar devidamente pendurado na popa e esticado. Atonitamente procurando pela barca desaparecida, todos os vinte e quatro intrigados tripulantes então a viram… Envolta em um outro estranho nevoeiro que sutilmente a encobrira.


Henry ordenou força total à frente, quando então algo muito mais estranho aconteceu: uma estranha briga pela posse da barca rebocada, pois o que quer que fosse que queria levá-la, desde lá de dentro daquele estranhíssimo nevoeiro, também puxava o barco rebocador, a ponto mesmo de pará-lo com um imenso tranco, apesar da força dispendida pelos seus potentes motores Diesel! O cabo de aço de três e meia polegadas parecia querer partir-se e uma intensa vibração tomava conta do Good News. A energia elétrica interrompeu-se subitamente e os geradores se apagaram sem maiores explicações. Até mesmo as baterias das lanternas se fundiram misteriosamente. Vendo que estava perdendo a batalha, o capitão já ia liberar o cabo para dar o fora dali o mais rapidamente possível (pois segundo disse não queria fazer parte das estatísticas), quando o tal nevoeiro, assim como surgiu, sumira e tudo voltou ao normal. Examinando posteriormente a barcaça rebocada, notou-se que estava exageradamente morna, como se tivesse sido submetida a uma força de tração descomunal.


Don Henry, a partir daí, tornou-se um estudioso e pesquisador da área do Triângulo do Diabo, procurando entender o quê de fato acontecia e que forças estranhas lá atuavam. Mais tarde, equipado com um barco provido de sonares específicos para prospecções submarinas, revelou ao mundo o mapa gráfico mais sensacional que se teve notícias na área da Arqueologia: nada menos que uma imensa pirâmide submersa a grande profundidade, muito maior do que a de Gizé, no Egito, cuja altura – de acordo com os registros do sonar – é superior a 160 metros, além de estar cercada por outras estranhas edificações, obviamente não naturais!


E, contudo, ela não é a única! Por um golpe de sorte fotografada pelo aviador Robert Brush, em 1967, uma curiosa formação submersa não natural foi detectada em outra região do famigerado triângulo, localizada próxima às grandes fossas abissais que chegam a atingir mais de seis mil metros de profundidade! Baseado nessas evidências, a expedição chefiada pelo Dr. Ray Brown, um ano depois, encontrou uma outra gigantesca pirâmide, muito maior do que aquela, repousando sob as águas do Atlântico. Os atônitos mergulhadores que, na medida do possível conseguiram examiná-la, constataram que sua superfície é polida como um espelho! Segundo o Dr. Brown, existiria uma abertura através da qual podia-se ver uma espécie de altar no seu interior, com um estranho monumento no qual se erguiam duas espécies de mãos, sustentando uma misteriosa esfera, aparentemente de cristal, sob um teto cilíndrico que descia da sua abóbada piramidal. Em um dos extremos do teto, podia também ser vista uma estranha pedra vermelha que emitia luminosidade. E de todo o seu interior, emanava um a luz intensa que não parecia provir de qualquer fonte!


Aliás, vestígios arqueológicos ainda inexplorados e não de todo inteiramente identificados são uma realidade em toda as regiões submersas do Atlântico Norte, onde precisamente se supõe que estivesse localizado o perdido continente da Atlântida. A famosa Muralha de Bimini, descoberta em 1968 e inclusive já explorada por mergulhadores, é de fato um prodígio arquitetônico submerso, incrivelmente bem elaborada por intermédio de gigantescos blocos de pedra perfeitamente ajustados entre si. Nas suas proximidades existem pilares e outros vestígios de antigas construções!


Nos Baixios das Bahamas, por sua vez, fotografias aéreas já revelaram que nas proximidades das grandes quedas abissais existem ruínas de templos e estradas, bem como outras grandes muralhas submersas. Em Andros, também, existe uma região chamada de “Zona do Templo”, onde sobressaem nas profundezas do oceano os restos de uma enorme estrutura artificial, daí a sua denominação. A quase dois quilômetros dali, os arqueólogos e os mergulhadores encontraram nada menos que um total de doze outras estruturas de natureza semelhante!


Vários muros, calçadas e pilastras submersos já foram detectadas em diversos outros pontos abrangidos pelo chamado Triângulo das Bermudas e denotam que em tempos muito recuados esses monumentos, obras de uma civilização muito adiantada e, sobretudo, desconhecida, estiveram na superfície, tendo submergido em razão de um cataclismo qualquer.


Mas o quê exatamente estaria por trás de todas essas insólitas ocorrências? Estranhas ruínas submersas não fariam desaparecer navios, aviões e milhares de pessoas. Porém uma das hipóteses mais discutidas seria precisamente aquela que diz respeito à existência de certas “centrais de força” do perdido continente atlante que, de acordo com certas conjunções terrestres, ou quem sabe planetárias ou ainda cósmicas, entrariam momentaneamente em operação, emitindo poderosas correntes eletromagnéticas desde as profundezas do oceano até as camadas mais altas da nossa atmosfera, literalmente destruindo tudo que porventura cruze as suas trajetórias, agora erráticas e descontroladas. Lembremos que a antiga tradição diz que no topo da Pirâmide Suprema da Atlântida existia uma pedra muito poderosa, talvez um cristal de natureza e propriedades desconhecidas, que brilhava intensamente, como um enorme farol visível desde o espaço sideral!


Ivan T. Sanderson, pesquisador e notável autoridade no assunto, acreditava por sua vez que possam também existir certas civilizações que habitem os fundos dos oceanos terrestres, coexistindo conosco; inteiramente desconhecidas e sequer sonhadas pela nossa humanidade! Seriam, talvez, originárias de civilizações inteligentes que eventualmente tivessem por algum motivo emigrado para a Terra, encontrando no fundo dos nossos mares condições análogas às dos seus habitats de origem, ou então mais adaptáveis a elas. Ou, quem sabe, seriam originárias daqui mesmo, tendo se desenvolvido muito mais do que os seres que habitam as terras firmes.


Há quem sustente, contudo, que no chamado Triângulo das Bermudas opere uma gigantesca base submarina de OVNI, ou Discos Voadores. Isso explicaria a inusitada freqüência com que eles se manifestam nessa área. O falecido Dr. Morris Jessup acreditava e inclusive tinha uma teoria na qual a força dos campos magnéticos gerados pelos seus deslocamentos poderiam transformar e inclusive transportar matéria de uma dimensão para outra. E mais: que essas máquinas fantásticas poderiam entrar na nossa dimensão, capturando homens e amostras da sua tecnologia!


Efeitos desconhecidos relativos a certas peculiaridades ainda não bem definidas e presentes naquela área, são igualmente apontados por alguns especialistas, os quais acreditam que verdadeiras distorções do espaço e do tempo poderiam se manifestar em certas ocasiões, lançando tudo aquilo que encontrem no seu caminho em direção ao passado, ou quem sabe ainda no futuro! Quanto a isso, existem alguns testemunhos bastante intrigantes: navios e aviões fantasmas são vistos e relatados nos diários de bordo das embarcações. Mas muitos deles estão desaparecidos há decênios, ou talvez mesmo séculos!


Em 1946, por exemplo, a tripulação do navio Cyrus Field viu uma antiga caravela, que vinha em curso de colisão. As manobras de evasão foram tomadas, porém, o navio fantasma que veio do passado sumiu da mesma forma como apareceu. Aviões que surgem do nada e somem são outro tipo de ocorrência diversas vezes relatadas. Porém, são aeronaves silenciosas que, assim como os navios fantasmas, parecem ter vindo do passado e mergulham no mar sem fazer qualquer ruído. Os próprios tripulantes e passageiros do navio Queen Elisabeth I, testemunharam um Piper Comanche fantasma vindo na direção do grande navio, para logo em seguida – sem fazer qualquer barulho – entrar nas profundezas do oceano, como se tivesse sido sugado! Obviamente aquilo não estava acontecendo, mas deve ter sucedido em algum período passado do tempo que não aquele!


Um outro caso espantoso foi o encontro pela Guarda Costeira de uma moderna escuna dada como desaparecida há apenas alguns meses, porém tão envelhecida como se tivesse sumido há séculos. No porão, os cadáveres dos dois tripulantes, reduzidos a osso extremamente límpidos – coisa impossível de acontecer em tão curto período. Foi como se o barco tivesse misteriosamente voltado ao passado, ou talvez ido para o futuro, retornando então ao nosso continuum espaço-tempo!


Em uma praia da Flórida, dia limpo e sol claro, todos que nela estavam viram um pequeno monomotor surgir no ar, igualmente em total silêncio, mergulhar no mar e desaparecer. Unidades de socorro foram acionadas e após vasculharem extensamente toda a área nada encontraram. Foi outro viajante do tempo que surgiu do nada? Assim parece, mas o que dizer de um outro avião, dessa vez com os ruídos normais, que voava em círculos e que logo após sobrevoar uma região costeira densamente habitada, isso diante de dezenas de testemunhas, partiu em direção ao alto mar e jamais reapareceu? Nada demais se acaso o seu piloto não tivesse desesperadamente pedido socorro através do rádio à torre de controle daquele mesmo Estado, dizendo que não localizava a terra e não avistava nada, a não ser o mar abaixo de si? Isso significava que o avião estava em outro lapso de tempo, naquele exato lugar, mas não naquela época! Lembra, sem dúvida, o caso dos Avenger-TBM em 1945.


AvengerAcima, esquadrilha de aviões Avenger.


O mesmo Ivan T. Sanderson, por sinal, descobriu que essa região maldita não está sozinha nas estatísticas que dizem respeito aos misteriosos desaparecimentos. Em um polêmico artigo publicado na revista SAGA, ele e a sua equipe de cientistas mapearam nada menos que doze outros pontos que por sua vez bem poderiam ser classificados como mini-Triângulos das Bermudas:


São, segundo esses pesquisadores, doze anomalias que se situam ao redor da Terra, sendo cinco no Hemisfério Sul, cinco no Hemisfério Norte e duas nos Pólos, fazendo parte de uma estranha “rede” que as coloca em intervalos de 72 graus em torno do planeta, quase todas centradas aos 36 graus das latitudes sul e norte!


Chamadas de “Os Doze Cemitérios do Diabo”, essas zonas amaldiçoadas têm por características principais apresentarem estranhos vórtices magnéticos, bem como aberrações do espaço e do próprio tempo. Segundo pensam, e parecem até estar com uma boa dose de razão, nelas ocorreria um efeito ainda desconhecido pela ciência, através do qual seria gerada uma espécie de contra-corrente eletromagnética responsável por um inusitado fenômeno, criador de verdadeiros redemoinhos para dentro ou para fora do nosso mundo, capazes de capturar ou repelir objetos materiais (e criaturas humanas!) para uma outra dimensão do espaço-tempo!!!


Essas doze anomalias são, portanto, as seguintes: Pólo Norte e Sul; Mar dos Demônios (Japão); zona nordeste do Havaí; Mar Cáspio (entre Irã e Afeganistão); norte da Nova Zelândia; Ilha de Páscoa, ao sudeste; África do Sul, também a sudeste na sua região costeira; como não poderia deixar de ser o Triângulo das Bermudas, notadamente na costa da Flórida, ao leste; Ilhas Saint Paul e Amsterdan, ao norte; Continente Africano, ao norte, entre Marrocos e Argélia e, no Brasil, a famosa Pedra da Gávea no Rio de Janeiro – onde por sinal e a quase 900 metros de altitude está colocado um gigantesco rosto de pedra, repleto de misteriosas inscrições!


Ousaríamos acrescentar ao trabalho de Sanderson e da sua equipe que todos esses doze Cemitérios do Diabo são notáveis pontos de incidência dos chamados OVNI, e que eles se tornam os principais suspeitos quanto à geração dos tais estranhos vórtices magnéticos e das suas contra-corrente eletromagnéticas associadas. Notemos que nos mais notáveis desses sítios acham-se os vestígios arqueológicos inexplicáveis do passado, tal como as ruínas submersas das Bermudas, as gigantescas estátuas da Ilha de Páscoa e o insólito monumento da Pedra da Gávea, atribuído pelos sempre presentes conformistas aos fenícios ou ainda à erosão.


Os tripulantes dos OVNI parecem de fato seguir essa “rede” planetária nos seus deslocamentos através da nossa atmosfera para, finalmente, encontrarem na região do Triângulo das Bermudas, bem lá no fundo do Atlântico Norte, algo que certa e apropriadamente talvez lhes diga bastante respeito!


Pode até ser (nada é impossível) que extraiam dos fundos dos mares alguma coisa presente na água, ou quem sabe nas ruínas da perdida Atlântida, para fins de reabastecimento das suas naves. Por outro lado, cientistas de vanguarda e dotados de mentalidade aberta, já suspeitam que essas fantásticas máquinas voadoras vindas de algures usem a área do triângulo como um “ponto de entrada”, empregando a curvatura teórica do espaço e do tempo, ainda pouco conhecida por nós. Pode mesmo ser que não estejam seqüestrando pessoas, aviões e navios. Nessas investidas, torna-se bastante possível que qualquer coisa que esteja pela frente, ou pelos lados, vá parar em outros períodos do nosso próprio tempo – seja no passado ou quem sabe ainda no futuro!


No Museu da Colômbia, existe um estranho objeto de culto, confeccionado no mais puro ouro e classificado como “pássaro estilizado” cuja idade remonta há 1800 anos. Examinado por engenheiros aeronáuticos e por pilotos civis e militares, os quais não sabiam do que se tratava, o tal “pássaro” – dotado por sinal de cockpit, pára-brisas, asas delta, leme e profundores – foi logo classificado como um avião de caça moderno! Um especialista em aeronáutica, por sua vez, ao examiná-lo detidamente reparou que certos detalhes bem específicos mostravam que, precisamente na América pré-colombiana, alguém teve diante de si, muito próximo mesmo, e também reproduziu com absoluta riqueza de detalhes nada menos que um moderno SUPER-SABRE!


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